04/mai/2015

Do formal ao casual – dois restaurantes em New York

por Luciana Micheletti

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Big Apple

São tantas opções, e, eu continuo monotemática, dessa última vez em Nova Iorque fiquei sem saber o que fazer quando me deparei com o meu restaurante preferido literalmente a baixo, restando apenas sua fachada do que um dia foi meu point na cidade. Dizem que ele será reconstruído, que essa quebradeira é apenas temporário ~ espero, viu?! porque, eu fiquei muito triste. E, por conta deste imprevisto, fui obrigada a inovar.

Eu sei que sou sempre muito exagerada, afinal tem restaurante a dar com pau por aqui, reza uma lenda que se você for todo dia, durante aproximadamente 22 anos, tomar café da manhã, almoçar e jantar nos mais de 10.000 restaurantes da Ilha de Manhattan, talvez você consiga conhecer todos, isso sem contar com os novos restaurantes que pipocam a cada estação e com os restaurantes da Cidade de Nova York, que devem se somar a lista, ou seja com sorte e muita disposição, em uns 50 anos você conhece tudo, só não vale fazer como eu ~ repetir restaurante, hein?!

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Enfim, primeiro eu vou falar do formal Betony (Midtown), quando eu cheguei no restaurante, tudo indicava que seria uma overdose de formalidade, afinal a decoração é bem clássica, paredes entalhadas de madeira escura, móveis mais tradicionais, um ambiente mais social, mas na verdade não chega a incomodar, nada é excessivamente austero, surpreendente mesmo foi a comida, muito criativa e saborosa, bem diferente do ambiente.

Me diverte horrores com as minhas amigas, adorei as entradas, amei a sobremesa e achei o preço justo, principalmente se você não pedir o vinho mais caro da casa. Agora o melhor foi poder voltar andando para o meu hotel (mesmo debaixo de chuva), a localização do Betony é ótima ou seria a do meu hotel?! enfim…

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 41 West 57th Street New York, NY 10019

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Para contrabalançar a vibe formal, bora descer para o Lower East Side para comer no restaurante ContraNYC. Aqui esqueça qualquer tipo de frescura, o ambiente é super descontraído, jovem, aliás você pode ver a cozinha e os chefes cozinhando nos fundos do restaurante.

Agora, nem pense em escolher a sua comida, o cardápio é fechado, sazonal, isso sem contar no fato de que por aqui o menu é degustação, são 5 pratos, desde a entrada até a sobremesa, nada exagerado, fiquem tranquilos, cabe tudinho no estômago. Uma delícia e nada muito demorado, não deixe de comer o pão deles, simplesmente maravilhoso.

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138 Orchard St, New York, NY

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*Agora posso esperar o meu restaurante preferido na cidade ficar pronto, tenho mais dois para variar! :)

Fotos: DQZ e Reprodução

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03/mai/2015

Natura Ekos – A nova joia da Amazônia

por Luciana Micheletti

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Quando o DQZ recebe um chamado da Natura para um novo lançamento, pode ter certeza que vem coisa boa. Eu nunca sei se fico feliz pelo produto em si, ou pela história que envolve o projeto, afinal sabemos do comprometimento com a sustentabilidade, com o fator que envolve a ecologia e principalmente com o respeito em relação as comunidades onde esses projetos são desenvolvidos, muitas vezes lugares de difícil acesso, distantes e em condições precárias.

Mas, a história da “Nova joia da Amazônia” é uma daquelas que enchem nosso coração de esperança e fé na humanidade, ouvir da líder do movimento das mulheres das ilhas de Belém Adriana Lima, como se deu todo esse “casamento”, entre a Natura e a ucuuba, foi muito inspirador.

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A História

Tudo começou com uma espécie ameaçada de extinção, sua madeira foi incansavelmente explorada nos últimos 30 anos, para confecção de estacas, cabos de vassouras, batentes de portas e em telhados.

A Natura Ekos revela ao Brasil uma joia da Amazônia. A ucuuba o fruto dessa árvore tão explorada, chamada ucuubeira, presente em áreas alagadas da região amazônica. O nome ucuuba vem do tupi e quer dizer “árvore da manteiga”.

Sua semente é fonte de uma manteiga levíssima, com alto poder hidratante e reparador. Quando maduros, os frutos se rompem, as sementes vermelhas caem e, de tão leves, boiam sobre os igapós, formando um tapete vermelho. O ativo assina os produtos da nova linha para o corpo.

A nova linha Natura Ekos Ucuuba abre uma oportunidade para reverter o ciclo predatório de exploração da madeira, ao ressignificar o valor do ativo e seu lugar na cadeia produtiva, gerando renda a partir de um produto florestal não madeireiro, a semente. Dessa maneira, a coleta consciente das sementes possibilita o manejo sustentável da espécie e a perpetuação da floresta em pé.

“No lançamento da linha Natura Ekos Ucuuba respeitamos o tempo da floresta, dividindo os produtos em dois movimentos, agora em abril, com os itens para o corpo, e no segundo semestre, com os sabonetes da linha”, revela Andrea Eboli, diretora de marketing.

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FêWaibel & LuMich

produtos

Natura & DQZ

Os Produtos

O bom desse fruto de ucuuba é que além de um poderoso hidratante, ele não deixa a gente melada, grudenta, seu poder de absorvição é quase imediato, isso sem contar na fragrância uma delícia, nada exagerada, nada enjoativa e muito suave. Tenho certeza que essa linha será um grande sucesso.

Fotos: DQZ

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02/mai/2015

Inspiração Militar

por Luciana Micheletti

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Pra mim não importa muito, sendo verde eu já adoro, mas neste caso estamos falando daquele verde militar ~ o famoso, verde oliva ~ ele está na moda. Mais uma vez dando as caras, mais uma vez em guerra com as tendências, por isso vale a pena se inspirar pra não sair fantasiado de guerrilheiro ou militar do exército brasileiro, apenas alguns toques já são o suficientes para um look original.

Adoro o monocromático, adoro a estampa militar em si, mas também curto muito usar verde oliva com peças em tons terrosos, como marrom e caramelo. Outra boa mistura é usar com jeans, de qualquer lavagem, fica muito interessante e atual. O branco e o preto, sempre, afinal quando a gente não sabe com o que combinar, vai neles que não tem erro, não é mesmo?!

Falamos sobre as cores, agora vamos falar sobre as roupas. Quando eu pensei em escrever este post, pensei se já havia usado recentemente alguma peça no estilo militar, lembrei de uma viagem à Londres e que nela fiz a festa AQUI, comprando roupinhas baratinhas todas no estilo citado, ou seja este estilo nunca sai de moda é só uma questão de melhorar, de recriar, de aprimorar.

Tenho certeza que naquele look de alguns anos atrás, eu daria uma mexidinha aqui, outra ali, mas as minhas peças militares ~ as 2 (um moletom de tricô e uma parka) ~ estão comigo, até hoje e eu as uso muito.

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PARA SE INSPIRAR

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Fotos: DQZ e Reprodução

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